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    <title>Lapig UFG</title>
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    <link>https://lapig.iesa.ufg.br/news</link>
    <item>
      <title>PastoLegal integra IA e dados abertos ao WhatsApp para fortalecer pecuária sustentável a pequenos agricultores</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Webinar apresentou novo serviço gratuito do Lapig/UFG, produzido em parceria com a Solved e iCS&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/DSC_0295_N_D5500_VVM_08_09_2018_18_06_56_%281%29.jpg" alt="PastoLegal" width="800" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com a Solved - Soluções em Geoinformação,  e com apoio do ICS - Instituto Clima e Sociedade, apresentou o PastoLegal, serviço gratuito de inteligência artificial voltado ao diagnóstico e à melhoria das pastagens brasileiras. A ferramenta foi detalhada em webinar no dia 12 de fevereiro no canal do YouTube da UFG Oficial, um momento destinado aos parceiros institucionais e usuários interessados em participar da fase de testes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa é resultado do projeto “Gestão sustentável da propriedade rural: integrando sensoriamento remoto e inteligência artificial (IA)”, selecionado em edital promovido pelo iCS. A chamada recebeu 395 propostas, das quais apenas oito foram contempladas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o professor Laerte Guimarães Ferreira, coordenador do Programa de Pesquisa em Pastagem do Lapig e responsável pelo projeto, a proposta representa um avanço estratégico na aplicação de dados científicos à realidade do campo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;“Este é o passo necessário para levar os dados públicos, abertos e gratuitos que produzimos há anos até a escala onde eles mais importam: a da propriedade rural, especialmente a familiar”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 2008, o Lapig atua no mapeamento e monitoramento de pastagens por sensoriamento remoto, integrando iniciativas como o MapBiomas. O PastoLegal nasce dessa trajetória científica consolidada e busca transformar bases de dados complexas em informações acessíveis ao produtor rural.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/fagagaghreh.png" alt="PastoLegal" width="800" height="445" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Na captura de tela, Laerte Guimarães, coordenador do projeto, e Guillaume Tessier, representante do iCS.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço gratuito via WhatsApp&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O PastoLegal é um serviço que oferece suporte inteligente a pecuaristas por meio do WhatsApp, utilizando inteligência artificial para fornecer diagnósticos, mapas, alertas e orientações de manejo. A proposta é disponibilizar conhecimento técnico-científico de ponta de forma amigável e intuitiva, contribuindo para a melhoria dos sistemas de criação de gado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solução integra imagens dos satélites Sentinel a foundation models, que são modelos de inteligência artificial de grande escala, e estratégias avançadas de machine learning e deep learning. Os dados serão atualizados a cada cinco dias, permitindo estimativas de estoque de forragem, identificação de risco de degradação e recomendações de manejo com precisão espacial de até 0,1 hectare.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia foi desenhada para fortalecer especialmente a agricultura familiar, oferecendo apoio a produtores que não dispõem de assistência técnica contínua. Entre as aplicações previstas estão orientações para rotação de pastagens, ajuste de carga animal, monitoramento de degradação e adaptação a eventos climáticos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de apoiar decisões no campo, o sistema poderá subsidiar políticas públicas, como o Plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono) e o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas, contribuindo também para análises de risco na concessão de crédito rural e incentivando práticas sustentáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o professor Laerte, a seleção do projeto pelo iCS representa um marco institucional. “Mais do que um reconhecimento científico, este resultado reforça a responsabilidade do Lapig em liderar soluções escaláveis para agricultura sustentável e inteligência territorial”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fase de testes e lançamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O serviço encontra-se atualmente em fase de testes. O webinar teve como objetivo apresentar o serviço a parceiros institucionais e a usuários interessados em participar como testadores, contribuindo com sugestões para o aperfeiçoamento do serviço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento oficial e a disponibilização pública do serviço estão previstos para agosto de 2026. Até lá, a equipe técnica trabalha no aprimoramento das funcionalidades e na calibragem da comunicação das informações, garantindo que os dados sejam apresentados de forma clara, acessível e útil para o produtor rural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa é que a combinação entre ciência aberta, inteligência artificial e sensoriamento remoto fortaleça a transição para sistemas de produção mais produtivos, resilientes e ambientalmente responsáveis, ampliando o acesso à informação estratégica no campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 10:24:42 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/198775-pastolegal-integra-ia-e-dados-abertos-ao-whatsapp-para-fortalecer-pecuaria-sustentavel-a-pequenos-agricultores</link>
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    <item>
      <title>Lapig/UFG coordena georreferenciamento de terras devolutas no território Kalunga</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="RAIZES KALUNGA" title="RAIZES KALUNGA" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/RAIZES_KALUNGA_%282%29.png?1769201751" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Projeto Raízes Kalungas reúne TJGO, UFG e Funape para garantir precisão técnica e avançar na regularização fundiária quilombola em Goiás&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/RAIZES_KALUNGA_%283%29.png" alt="RAIZES KALUNGA" width="800" height="460" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig), da Universidade Federal de Goiás (UFG), é o responsável técnico pelo georreferenciamento das terras devolutas estaduais localizadas no território Kalunga, no nordeste goiano. A iniciativa integra o Projeto Raízes Kalungas – Justiça e Cidadania e foi oficialmente formalizada no dia 20 de fevereiro de 2026, com a assinatura do Contrato de Serviço nº 69/2025, firmado entre o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), a UFG e a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solenidade ocorreu nesta terça-feira (20), no Salão Nobre da Presidência do TJGO, com a presença de autoridades do Judiciário, da administração pública estadual, da UFG, da Funape e representantes da comunidade Kalunga. O projeto prevê, nesta primeira etapa, o mapeamento das glebas Sossego, Diadema e Teresa, localizadas nos municípios de Cavalcante e Teresina de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia de ponta e rigor técnico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/RAIZES_KALUNGA.png" alt="RAIZES KALUNGA" width="730" height="420" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A coordenação do trabalho técnico está sob responsabilidade do vice-coordenador do Lapig, professor Manuel Eduardo Ferreira, que destacou a complexidade e o rigor metodológico do processo de georreferenciamento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;“Esse trabalho atenderá integralmente às normas técnicas do INCRA, utilizando imagens aéreas obtidas por aeronaves tripuladas, drones e levantamentos de campo com tecnologia GNSS (padrão geodésico), fundamentais para a determinação precisa dos pontos e limites das glebas”, explica Manuel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o professor, o projeto envolve o levantamento detalhado de todo o contorno das áreas, considerando diferentes tipos de confrontações, como limites naturais (ex. rios e topo de morros) e propriedades já tituladas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;“Vamos elaborar um memorial descritivo contendo o georreferenciamento de cada gleba. Estes limites foram demarcados há cerca de 20 anos, com tecnologias menos precisas. Agora, faremos um refinamento desse georreferenciamento, com erro máximo de até 50 centímetros, conforme exigido pelas normas técnicas”, ressalta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sensoriamento remoto, LiDAR e trabalho de campo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das atividades de campo, o projeto contará com um intenso trabalho de gabinete e laboratório, realizado no Lapig, envolvendo interpretação de imagens aéreas e satélite, geoprocessamento e análise espacial. Serão utilizados sensores imageadores do tipo RGB e multispectral, além da tecnologia LiDAR, a qual permite identificar elementos na superfície, mesmo quando encobertos pela vegetação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;“O uso do laser facilitará a identificação de elementos naturais ou humanos contidos nos memoriais descritivos realizados à época da demarcação, melhorando significativamente a precisão do levantamento, inclusive em áreas com cobertura vegetal mais densa”, explica Manuel Ferreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho também inclui a identificação de benfeitorias, como edificações e outras estruturas visíveis nas imagens aéreas, a serem devidamente registradas e georreferenciadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reconstrução histórica e segurança jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro eixo central do projeto é o levantamento documental, cartográfico e histórico das glebas. A equipe irá reconstruir todo o processo de criação e demarcação das áreas, desde os decretos iniciais até registros em cartórios e documentos vinculados a órgãos estaduais, como a Secretaria de Agricultura e Pecuária de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cronograma prevê nove meses de execução, com três meses dedicados a cada gleba, ao final dos quais serão entregues ao INCRA todos os produtos técnicos necessários para subsidiar os processos de regularização fundiária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Justiça social e compromisso institucional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/RAIZES_KALUNGA_%282%29.png" alt="RAIZES KALUNGA" width="730" height="420" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a solenidade, o presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim, destacou que o Projeto Raízes Kalungas representa o enfrentamento de uma dívida histórica com a maior comunidade quilombola do país. Ele destacou ainda que a contratação do Lapig, da UFG, responsável pela parte técnica do trabalho, foi baseada em uma análise técnica e jurídica criteriosa, compatível com a complexidade do serviço e alinhada às exigências legais. A reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, reforçou o papel da universidade pública na promoção da justiça social e no direito à terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa é considerada um marco para o Estado de Goiás, ao inaugurar procedimentos de georreferenciamento de terras devolutas com foco na titulação em favor de comunidades quilombolas, contribuindo para a redução de conflitos fundiários, o fortalecimento da cidadania e a valorização do território Kalunga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(Texto com informações da matéria produzida por Carolina Dayrell; Fotos por Agno Santos. Ambos do Centro de Comunicação Social do TJGO)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:58:25 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/198001-lapig-ufg-coordena-georreferenciamento-de-terras-devolutas-no-territorio-kalunga</link>
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    <item>
      <title>UFG fará mapeamento de terras devolutas no território Kalunga</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" title="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesCapa_01.webp?1769001483" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Informações vão subsidiar decisões judiciais e administrativas sobre posse e uso do solo na região, respeitando os direitos das comunidades quilombolas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesCapa_01.webp" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" width="1000" height="575" /&gt;&lt;em&gt;Assinatura do contrato de execução ocorreu no dia 20 de janeiro (Fotos:Agno Santos/Centro de Comunicação Social do &lt;span class="glossary-tooltip" data-toggle="tooltip" data-placement="top" title="" data-original-title="Tribunal de Justiça do Estado de Goiás." aria-describedby="tooltip144893"&gt;TJGO)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação com informações do Centro de Comunicação Social do TJGO&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás, por meio do Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig) e da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), assinou nesta terça, 20 de janeiro, com o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), o Contrato de Serviço nº 69/2025 para execução do georreferenciamento de terras devolutas estaduais localizadas no território Kalunga, a maior comunidade quilombola do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;div class="right-photo"&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesDocumento_08.webp" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" width="1000" height="576" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Segundo o presidente do TJGO, esse é um importante passo na regularização fundiária da região&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Em seu pronunciamento, o presidente do TJGO Leandro Crispim afirmou que o Projeto Raízes Kalungas – Justiça e Cidadania representa o resgate de uma dívida histórica com a maior comunidade quilombola do Brasil. Ele destacou ainda que a contratação do Lapig, da UFG, responsável pela parte técnica do trabalho, foi baseada em uma análise técnica e jurídica criteriosa, compatível com a complexidade do serviço e alinhada às exigências legais. “A assinatura deste contrato representa um passo necessário para a regularização fundiária e para a titulação definitiva das terras quilombolas”, ressaltou Crispim, ao frisar que esse avanço é fruto de uma cooperação interinstitucional entre o Poder Judiciário, órgãos do governo estadual, Ministério Público de Goiás, UFG, Funape e a comunidade Kalunga, demonstrando que a proteção aos povos tradicionais é uma meta compartilhada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O juiz auxiliar da Presidência do TJGO, Reinaldo Dutra, que coordena o Projeto Raízes Kalungas, parabenizou a gestão do presidente Leandro Crispim pela destinação de recursos à regularização fundiária e à titulação definitiva das terras quilombolas. “Somos pioneiros neste projeto de georreferenciamento e esperamos desenvolver um modelo prático e replicável, que possa servir de referência para outras instituições”, destacou o Magistrado.&lt;/p&gt;
&lt;div class="left-photo"&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesUFG_02.webp" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" width="1000" height="576" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves destacou o compromisso da UFG com a justiça social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Direito à terra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, afirmou que participar do projeto representa um compromisso importante da Universidade com a justiça social. “É uma honra para a UFG contribuir com essa iniciativa, que envolve o direito à terra e o reconhecimento de comunidades quilombolas. Estamos prontos para esse desafio”, frisou. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;A superintendente da Funape, Kamila Santos de Paula, destacou a trajetória da fundação, que já executou mais de mil projetos com impacto social em Goiás. Ela ressaltou ainda “o compromisso da instituição com a transparência e o uso responsável dos recursos públicos”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="right-photo"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesLapig_04.webp" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" width="1000" height="576" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O vice-coordenador do Lapig, que coordena o projeto, falou sobre a experiência do laboratório neste tipo de trabalho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Já o vice-coordenador do Lapig, professor Manuel Eduardo Ferreira, responsável pela coordenação do projeto de georreferenciamento das terras devolutas no território Kalunga, falou sobre a experiência do laboratório em ações de delimitação de áreas. Segundo ele, o Lapig tem uma trajetória consolidada na elaboração de projetos voltados ao mapeamento e à gestão territorial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Georreferenciamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O georreferenciamento consiste no mapeamento preciso dos limites dessas terras, com base em imagens de satélite, visitas de campo e uso de tecnologias de geoprocessamento. O objetivo é fornecer informações técnicas que subsidiem decisões judiciais e administrativas sobre a posse e o uso do solo, respeitando os direitos das comunidades quilombolas e promovendo a justiça social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa é que o trabalho contribua para acelerar os processos de reconhecimento e titulação das terras tradicionalmente ocupadas pelos Kalunga, além de prevenir conflitos fundiários e fortalecer políticas públicas voltadas à preservação cultural e ambiental da região. Nesta primeira fase do procedimento de georreferenciamento serão mapeadas as áreas das glebas Sossego, Diadema e Teresa, nos municípios de Cavalcante e Teresina de Goiás. O projeto também tem a participação de pesquisadores do Instituto Federal de Goiás. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/mapa_de_glebas_georreferenciadas.png" alt="área levantamento Lapig" width="700" height="436" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Mapa de localização das glebas Sossego (Mat. 7875), Diadema (Mat. 631) e Teresa (Mat. 630). As áreas hachuradas serão contempladas no projeto. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho do Lapig&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as ações que serão executadas pelo Lapig estão a consulta e organização de banco de dados geográfico, o georreferenciamento e o cadastro na plataforma SIGEF/INCRA. O mapeamento das glebas, incluindo os imóveis rurais confrontantes, será realizado a partir de tecnologias de posicionamento por satélite (GNSS de precisão), aerofotogrametria (com aeronaves tripuladas e/ou drones) e sensoriamento remoto orbital. Estão previstos também levantamentos in loco com possível colaboração da comunidade e equipe técnica constituída especialmente para este projeto, visando a realização do georreferenciamento dos limites das propriedades rurais. O projeto poderá também contar com o apoio da Associação Quilombo Kalunga (AQK) e de órgãos governamentais competentes, responsáveis pela regularização fundiária e titulação das terras. A previsão de entrega é em agosto de 2026. O projeto está orçado em R$880 mil reais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Enfrentamento da demanda&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O território Kalunga, situado no estado de Goiás, abriga uma das maiores comunidades remanescentes de quilombolas do Brasil, com uma vasta área de terra ainda não titulada. A falta de regularização fundiária é uma barreira significativa para o desenvolvimento sustentável da comunidade, que enfrenta conflitos de terra com proprietários e ocupantes rurais, além de riscos ambientais e climáticos crescentes, no que se refere à disponibilidade hídrica e incêndios florestais. A titulação das terras é essencial para garantir a segurança territorial da comunidade e possibilitar o acesso a direitos, como crédito rural, seguro agrícola e programas governamentais de apoio à agricultura familiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Para o secretário de Desenvolvimento Social de Goiás, Wellington Matos de Lima, a assinatura do contrato representa um momento de gratidão à gestão do desembargador Leandro Crispim no Judiciário estadual. “Essa é uma demanda antiga da comunidade, enfrentada com muita responsabilidade pela atual administração do TJGO, que agora se une à UFG e à Funape”, afirmou. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;A procuradora do Estado de Goiás, Fabiana Baptista, destacou que é um momento histórico para o Estado, por marcar o início dos procedimentos de georreferenciamento das terras devolutas localizadas no território Kalunga. “Essa iniciativa, liderada pelo TJGO, vai permitir que o Estado realize, com segurança jurídica, a primeira titulação de áreas devolutas em favor de comunidades quilombolas tradicionais”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representando a comunidade Kalunga, a residente em Tecnologia da Informação no TJGO, Gleice Coutinho, destacou a importância da iniciativa. “O Tribunal de Justiça de Goiás tem criado oportunidades reais para os Kalunga. Este projeto representa mais um passo no reconhecimento da nossa trajetória e na garantia dos nossos direitos”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;div class="right-photo"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20_RaizesCapa_02.webp" alt="Assinatura TJ e UFG para fazer o georreferenciamento do território kalunga" width="1000" height="576" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Iniciativa trará segurança jurídica às ações do Estado com relação à titulação de áreas devolutas em favor de comunidades quilombolas tradicionais&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Presenças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também participaram da solenidade de assinatura, a juíza Érika Barbosa Cavalcante; a subprocuradora-geral de Assuntos Administrativos da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Luciana Benvinda, na ocasião representando o procurador-geral de Goiás, Rafael Arruda; o diretor-geral do TJGO, Rodrigo Leandro da Silva; a secretária-geral da Presidência, Dayhenne Mara Martins Lima Alves; a secretária do Núcleo Gestor de Governança e Metas do TJGO, Brenna Martins; as assessoras do Projeto Raízes Kalungas e da Presidência do TJGO, Priscilla Ramalho e Lyssa Barbalho, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E ainda, a superintendente da Igualdade Racial de Goiás, Rose Guimarães; o superintendente de Engenharia Agrícola e Desenvolvimento Sustentável de Goiás, João Asmar Júnior, representando o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende; a diretora executiva da Funape, Flávia Aparecida Oliveira; o analista de Captação de Projetos da Funape, Douglas Gaspar Rangel, e o professor da UFG, Leomar Rufino Alves Júnior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diretora do Foro da Comarca de Cavalcante, juíza Isabela Rebouças, a promotora de Justiça de Cavalcante, Úrsula Catarina, e o presidente da Associação Quilombola Kalunga (AQK), Carlos Pereira, participaram virtualmente da solenidade. (Texto: Carolina Dayrell / Fotos: Agno Santos - Centro de Comunicação Social do TJGO)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 10:15:31 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/197920-ufg-fara-mapeamento-de-terras-devolutas-no-territorio-kalunga</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Projeto do Lapig é selecionado em fórum do iCS com projeto de IA para gestão sustentável de pastagens</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciativa foi uma das oito selecionadas em chamada nacional do Instituto Clima e Sociedade, focada em inteligência artificial aplicada à ação climática.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/WhatsApp_Image_2025-10-16_at_13.14.55.jpeg" alt="WhatsApp_Image_2025-10-16_at_13.14.55.jpeg" width="800" height="496" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Profissionais que participaram do fórum realizado pelo iCS. Foto: Divulgação.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto “Gestão sustentável da propriedade rural: integrando sensoriamento remoto e inteligência artificial (IA)”, desenvolvido pelo Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás (UFG), foi apresentado no dia 15 de outubro, em Brasília, durante um fórum do Instituto Clima e Sociedade (iCS), dedicada a soluções de inteligência artificial aplicadas à ação climática. A iniciativa conta com apoio do Google e recebeu 395 propostas, das quais apenas oito foram selecionadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta apresentada pelo Lapig nasce diretamente da trajetória do laboratório, que desde 2008 trabalha no mapeamento de pastagens e monitoramento ambiental por sensoriamento remoto, integrando iniciativas como MapBiomas. Segundo o professor Laerte Guimarães Ferreira, coordenador do Programa de Pesquisa em Pastagem, e que também coordena o projeto, o laboratório sempre produziu dados públicos, abertos e gratuitos, com forte compromisso com a ciência aberta e a iniciativa selecionada representa “o passo necessário para levar esses dados até a escala onde eles mais importam, a da propriedade rural, especialmente a familiar”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IA aplicada à agricultura familiar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto tem como objetivo desenvolver o PastoLegal, agente de IA  onde o produtor poderá solicitar, via WhatsApp, dados sobre sua propriedade e receber, em resposta automatizada, mapas, alertas e orientações de manejo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados serão atualizados a cada cinco dias sobre estoque de forragem, risco de degradação e orientação para manejo de pastagens, com precisão de até 0,1 hectare. A solução utilizará imagens dos satélites Sentinel 2A, 2B e 2C, combinadas a Foundation models e estratégias avançadas de machine learning e deep learning.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As aplicações da IA no projeto foram desenhadas para fortalecer diretamente a agricultura familiar, permitindo decisões de manejo em tempo quase real. A tecnologia atuará como ferramenta de apoio aos produtores que não têm acesso a assistência técnica constante, e poderá orientar rotação de pasto, monitoramento de degradação e adaptação a eventos climáticos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de melhorar a gestão das pastagens e o uso do solo, o projeto também tem potencial para orientar bancos e instituições financeiras na concessão de crédito rural, reduzindo riscos e incentivando práticas sustentáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solução também deve apoiar políticas públicas como o Plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono) e o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas. “Queremos que os dados gerados pelo Lapig sirvam para quem está no campo, que hoje não têm acesso a essas tecnologias. Nosso objetivo é oferecer informações simples e confiáveis que ajudem o produtor a tomar decisões melhores, aumentar a produtividade e conservar o ambiente”, explicou Laerte.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/WhatsApp_Image_2025-10-16_at_13.14.54_%282%29.jpeg" alt="WhatsApp_Image_2025-10-16_at_13.14.54_(2).jpeg" width="800" height="438" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Laerte Ferreira à esquerda. Foto: Divulgação.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reconhecimento estratégico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seleção do projeto pelo iCS representa, segundo Laerte, um marco institucional. “Mais do que um reconhecimento científico, este resultado reforça a responsabilidade do Lapig em liderar soluções escaláveis para agricultura sustentável e inteligência territorial.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto do Lapig envolve estudantes de graduação, mestrado e doutorado, e conta com parcerias com o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA/UFG), o Centro Interinstitucional de Inteligência Artificial Aplicada a Políticas Públicas (CIAP) e a startup Solved, ligada ao MapBiomas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 15:28:36 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/197787-projeto-do-lapig-e-selecionado-em-forum-do-ics-com-projeto-de-ia-para-gestao-sustentavel-de-pastagens</link>
      <guid>https://lapig.iesa.ufg.br/n/197787-projeto-do-lapig-e-selecionado-em-forum-do-ics-com-projeto-de-ia-para-gestao-sustentavel-de-pastagens</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto Atlas dos Remanescentes de Vegetação do estado de Goiás apresenta o Seminário de Conclusão da Primeira Etapa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="atlas" title="atlas" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/30__a_.jpg?1763991411" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Junto ao evento, serão premiados os vencedores do concurso fotográfico Remanescer: Retratos dos Ipês de Goiás&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Após meses de trabalho, é hora de apresentar o avanço de um projeto que tem como objetivo principal mapear, com alta precisão, as áreas de vegetação nativa ainda preservadas no território goiano. Nesta quinta-feira (27/11), às 14h, a equipe do Atlas dos Remanescentes de Vegetação do Estado de Goiás realizará o Seminário de Conclusão da Primeira Etapa, no auditório do Adufg Sindicato. Essa fase consiste na apresentação da aquisição de imagens e do material cartográfico suplementar coletado pelo projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gerente de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Brisa Maria Tobias Carvalho, ressalta que, no evento, será apresentado o mapeamento de duas regiões: Bacia do Meia Ponte e Rio dos Bois, e Bacia do Médio Tocantins e Paranã. “O projeto segue com o mapeamento de outras quatro regiões hidrográficas para consolidar o estudo como um todo, sendo um trabalho que fortalece e valoriza o nosso Cerrado, um dos biomas mais ricos e únicos do planeta”, complementa a gerente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a coordenadora do Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (LAPIG) e Profa. da UFG, Elaine Silva Barbosa, destaca que as duas áreas analisadas evidenciam um forte contraste: enquanto a primeira revela o quanto é urgente recuperar e proteger os poucos remanescentes que ainda restam, a segunda demonstra sua importância e a necessidade de mantê-la preservada. “Esses dados vão servir à sociedade para fazer esses tipos de análise e para a gente, dentro do projeto, que a nossa metodologia está bem consolidada e no rumo certo de termos um bom resultado para o estado de Goiás”, reforça a coordenadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mesmo evento, acontecerá também a premiação do Concurso Fotográfico Remanescer: Retratos dos Ipês de Goiás, que recebeu mais de 200 inscrições e revelou olhares potentes sobre a beleza dos nossos ipês. A iniciativa, desenvolvida pelo projeto, tem a missão de aproximar a comunidade acadêmica, a sociedade goiana e instituições parceiras da temática da biodiversidade, destacando as áreas remanescentes de Cerrado e o patrimônio natural do estado. O concurso valoriza a flora nativa,  a visibilidade do bioma e estimula o engajamento ambiental por meio da arte e da fotografia e  contou com o apoio do Adufg e Goiânia Pulsa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento marca um passo essencial para compreender, monitorar e fortalecer as ações de conservação das áreas que permanecem após processos de supressão no estado. A apresentação será transmitida pelo canal UFG Oficial no YouTube. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Atlas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Atlas dos Remanescentes de Vegetação do Estado de Goiás foi idealizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD). Essa ação estratégica foi viabilizada por meio de um convênio firmado com a Universidade Federal de Goiás (UFG), através com a Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) junto ao Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (LAPIG), do Instituto de Estudos Socioambientais (IESA). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto é responsável por mapear, com imagens de alta resolução captadas por satélites com tecnologia de ponta, regiões do estado de Goiás que ainda contém parte da vegetação natural do Cerrado - um dos biomas que mais sofreram com o desmatamento no Brasil. O seu diferencial é o nível de precisão desse mapeamento, mostrando potencial para se tornar um dos principais instrumentos de políticas públicas de proteção e preservação da biodiversidade goiana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/Convite_semin%C3%A1rio_Prancheta_1.png" alt="Seminario" width="700" height="875" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seminário de Conclusão da Primeira Etapa do Atlas dos Remanescentes de Vegetação do estado de Goiás e a premiação do Concurso Fotográfico Remanescer - Retratos dos Ipês de Goiás&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Data: 27 de novembro de 2025, quinta-feira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Horário: às 14h00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Local: Auditório do Adufg Sindicato&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Endereço: 9ª Avenida, 193 - Leste Vila Nova, Goiânia - Go&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da UFG Oficial&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para verificar a localização,&lt;a href="https://maps.app.goo.gl/rgdSyxJ8LDLuzHBCA"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 10:09:20 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196748-projeto-atlas-dos-remanescentes-de-vegetacao-do-estado-de-goias-apresenta-o-seminario-de-conclusao-da-primeira-etapa</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Premiados do Concurso Fotográfico Remanescer</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ATLAS" title="ATLAS" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/Prancheta_5_.png?1763989274" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;As imagens que revelam a força dos ipês e dos remanescentes do Cerrado&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="249" data-end="660"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/BANNER_SITE_c%C3%B3pia_.png" alt="atlas" width="1200" height="416" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="249" data-end="660"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="249" data-end="660"&gt;O Concurso de Fotográfico “Remanescer” reconhece registros que revelam a beleza e a resistência dos ipês em Goiás, destacando a importância dos remanescentes de vegetação do Cerrado. É uma iniciativa do “Atlas dos Remanescentes de Vegetação do Estado de Goiás", um projeto que foi idealizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) de Goiás. Essa ação estratégica foi viabilizada por meio de um convênio firmado com a Universidade Federal de Goiás (UFG), através com a Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) junto ao Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (LAPIG), do Instituto de Estudos Socioambientais (IESA). O concurso contou com o apoio do Adufg Sindicado e Goiânia Pulsa.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="662" data-end="1163"&gt;A seleção das imagens finalistas foi conduzida por uma comissão julgadora formada por profissionais da fotografia e nas artes visuais: Deivison de Moura Pereira, fotojornalista da Semad e do &lt;em data-start="869" data-end="880"&gt;O Popular&lt;/em&gt;; Weimer Carvalho, editor de fotografia dos jornais &lt;em data-start="936" data-end="943"&gt;Daqui&lt;/em&gt; e &lt;em data-start="946" data-end="957"&gt;O Popular&lt;/em&gt;; Ana Rita Fernandes, fotógrafa, docente e pesquisadora da UFG; Júlia Mariano Ferreira, fotógrafa, artista visual e docente da UEG; e Marcos Aleotti, fotógrafo especializado em paisagens e vida selvagem.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1165" data-end="1367"&gt;As imagens vencedoras, escolhidas por sua força estética e relevância ambiental, integram agora a "Exposição do Remanescer", reforçando o compromisso coletivo com a proteção do Cerrado. Ela acontecerá, assim como a premiação dos vencedores, durante o Seminário de Conclusão da Primeira Etapa do Atlas, no dia 27 de novembro (quinta-feira), às 14h, no auditório da Adufg Sindicato, localizado na 9ª Avenida, 193 - Leste Vila Nova, Goiânia - GO.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1195" data-end="1527"&gt;Entre as 12 fotografias selecionadas, &lt;strong data-start="1233" data-end="1271"&gt;três receberão a premiação&lt;/strong&gt;, composta por &lt;strong data-start="1286" data-end="1323"&gt;troféu exclusivo e Kit Remanescer&lt;/strong&gt;, concedidos aos primeiros colocados. &lt;strong data-start="1361" data-end="1423"&gt;Os outros nove autores finalistas receberam menção honrosa&lt;/strong&gt;, reconhecendo a qualidade e a relevância de seus registros. A ordem da colocação será revelada no evento. &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1195" data-end="1527"&gt;Inscreva-se para o evento &lt;a href="https://forms.gle/7kYGVkU1iz8wQr6o8"&gt;clicando aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;Outras informações na página do concurso. &lt;a href="/p/concursoremanescer"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;strong&gt;Confira os selecionados:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;RICARDO DE OLIVEIRA MESQUITA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Ipê-amarelo em Coração&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Itapuranga, Goiás - setembro de 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Foto tirada na zona rural do município de Itapuranga. Retrata a beleza do ipê-amarelo com formato de coração. &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/30__a_.jpg" alt="atlas" width="600" height="900" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/h2&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;CINDY OLIVEIRA RINCON &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Olhar encantado&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Goiânia, Goiás&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Ipê-amarelo em um condomínio de Goiânia, onde vivo, trabalho, e, mesmo com a correria do dia a dia, tenho o prazer de me encantar com uma coruja em frente a um enorme "pé de ipê".&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/39__a__%281%29.jpg" alt="Atlas" width="600" height="1067" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;MARCELLO DANTAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Ipê-amarelo no Monumento Natural Cidade de Pedra&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Pirenópolis, Goiás - 2024&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;A foto foi feita durante expedição fotográfica para o Monumento Natural Cidade de Pedra. A árvore se destaca em meio às formações rochosas.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/34__a__%281%29.jpeg" alt="atlas" width="800" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;GILSON PEDRO BORGES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Aerovia Florida&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Goiânia, Goiás - 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Tirada na Escola de Agronomia da UFG, em agosto deste ano. Retrata o ipê-amarelo.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/29_%281%29.jpg" alt="atlas" width="600" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;LARRY RODRIGUES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Majestoso ipê-amarelo&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Cromínia, Goiás&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Imponente ipê-amarelo com mais de 25 metros de altura durante os dias de floração.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/12__B_.jpg" alt="atlas" width="600" height="800" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;BRUNO RODRIGUES COSTA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Três fases e um olhar&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Jardim Bela Vista, Goiânia, Goiás - agosto de 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Registro da espécie de ipê-rosa ou ipê-roxo-bola.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/27__b_.jpg" alt="atlas" width="600" height="900" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;GUSTAVO FERNANDES RODRIGUES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Amarelo de Boas-Vindas do Cerrado&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Anicuns, Goiás&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;As imagens foram registradas na Faculdade de Anicuns, o ipê-amarelo floresce intensamente no momento do clique, envolvendo o céu azul com sua copa radiante, em um gesto de boas-vindas.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/11.jpg" alt="atlas" width="800" height="1067" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;O ipê-amarelo floresce como ouro vivo, pintando a paisagem com esperança&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Goiás - 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Fotografia realizada na chácara Cantinho do Céu, retratando um ipê-amarelo em plena floração.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/13__A__%281%29.jpeg" alt="atlas" width="600" height="900" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;ROZELY EMILIANA DE OLIVEIRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Periquito-de-ombro-amarelo brincando com as belas flores do ipê-rosa&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Setor União, Goiânia, Goiás, 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Registro foi feito no caminho para o trabalho numa bela manhã de sábado. O periquito me chamou a atenção pela alegria do seu canto, logo fotografei.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/16__B_.jpeg" alt="atlas" width="600" height="587" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;THAYNNY C. OLIVEIRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Ipês-amarelos ao luar&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Bela Vista de Goiás, Goiás&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Ipês-amarelos na fazenda estrela.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/18.jpeg" alt="atlas" width="800" height="600" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/h2&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;HUGO ALMEIDA MORAIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Luar do ipê&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Inhumas, Goiás - agosto de 2025&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Foto foi tirada na borda da cidade para registar o ipê ao luar.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/35.jpg" alt="atlas" width="600" height="900" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;ALEXANDRE DE ARAÚJO BADIM&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Interação harmoniosa&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Goiânia, Goiás - setembro de 2014&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;strong&gt;Descrição: &lt;/strong&gt;Registro no campus 2 da UFG. Fica em detalhe a floração de um ipê-branco em frente ao Centro de Convenções.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1529" data-end="1694"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/55.jpg" alt="atlas" width="800" height="534" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 10:27:18 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196669-premiados-do-concurso-fotografico-remanescer</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Lapig na Escola lança plataforma digital e e-books sobre biomas brasileiros</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Biomas brasileiros" title="Biomas brasileiros" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/biomas_brasileiros.png?1763733641" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Iniciativa fortalece ensino ambiental na educação básica e incentiva uso de geotecnologias&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 25px; float: right; width: 50%; max-width: 400px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/biomas_brasileiros.png" alt="Biomas brasileiros" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Em sintonia com a agenda climática colocada em discussão pela COP30 no Brasil, o projeto Lapig na Escola lançou uma &lt;a href="https://escola.lapig.iesa.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;plataforma digital&lt;/a&gt; voltada à comunidade escolar, com materiais inéditos sobre os ecossistemas brasileiros. O destaque do novo espaço é a &lt;a href="https://lapig.iesa.ufg.br/p/58607-colecao-biomas-brasileiros" target="_blank" rel="noopener"&gt;Coleção Biomas Brasileiros&lt;/a&gt;, composta por seis e-books gratuitos elaborados para apoiar o trabalho pedagógico de professores e estudantes dos ensinos fundamental e médio. A coleção reúne os títulos &lt;em&gt;Conhecendo o Bioma Amazônia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Caatinga&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Cerrado&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mata Atlântica&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Pampa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Pantanal&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo do material é fortalecer o ensino sobre as dinâmicas dos biomas brasileiros, explorando dados atualizados sobre uso e ocupação das terras, biodiversidade, recursos hídricos e desafios ambientais. A proposta é que o estudante se reconheça como agente de transformação de forma a compreender os impactos humanos e refletir sobre estratégias de mitigação da devastação ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos diferenciais da coleção é a linguagem acessível e alinhada às habilidades e competências previstas para a educação básica. Cada capítulo dos e-books parte da problematização de situações do cotidiano, mobilizando os conhecimentos prévios dos estudantes antes da apresentação do conteúdo científico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estrutura favorece diferentes percursos de leitura, já que os capítulos podem ser explorados em qualquer ordem, permitindo que professores e alunos iniciem o estudo pelo tema que mais desperte interesse. Mapas, gráficos, tabelas e imagens acompanham os textos e tornam a leitura mais visual e atrativa, estimulando revisitações e aprofundamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conteúdo de cada e-book é organizado em nove eixos: contextualização socioespacial, substrato geológico-mineral, formas do relevo, dinâmicas climáticas, questões hídricas, tipos de solos, biodiversidade, uso e ocupação e povos tradicionais. A coleção traz, assim, uma visão integrada dos biomas e do papel da escola na construção do letramento ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O material traz uma série de inovações: é em linguagem acessível para o estudante, traz a escala do bioma como importante para ser analisada e foi construído a partir de habilidades e competências de diversos currículos nacionais e estaduais", explica o coordenador pedagógico da coleção, Luan do Carmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expansão natural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma digital é uma expansão natural do Lapig na Escola, projeto do Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás (UFG) que já é reconhecido por levar geotecnologias para a sala de aula por meio de oficinas lúdicas com mapas interativos, uso de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants) em práticas educativas e capacitações para professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção da plataforma e dos e-books foi realizada em parceria com a Rede MapBiomas e recebeu apoio da Assembleia Legislativa de Goiás, por meio de emenda do deputado Antônio Gomide, além da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e da Fundação de Apoio à Pesquisa da UFG (Funape).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Elaine Silva, coordenadora do Lapig e do projeto Lapig na Escola, o lançamento representa um marco para a educação brasileira. "Hoje o Brasil acaba de ganhar, com o nosso lançamento, um conjunto inédito que vai subsidiar o processo de ensino-aprendizagem. É um conhecimento científico e tecnológico que conversa com o ambiente escolar. Conhecer os biomas é essencial para conhecer o Brasil e pensar a preservação dos nossos ecossistemas", afirmou Elaine no evento de lançamento, realizado no dia 12 de novembro na Assembleia Legislativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A urgência ambiental também pautou a concepção da coleção. "Nesses tempos de mudanças climáticas cada vez mais aceleradas e presentes no nosso dia a dia, precisamos falar e fazer o letramento ambiental e climático. É por meio da educação, do conhecimento sobre nossos biomas que temos a chance de ainda mitigar emissões de gases de efeito estufa e aprender a lidar com essas mudanças", acrescenta o professor do Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa) da UFG e idealizador do Lapig, Laerte Guimarães.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:16:11 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196628-lapig-na-escola-lanca-plataforma-digital-e-e-books-sobre-biomas-brasileiros</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Projeto Lapig na Escola lança plataforma digital e e-books gratuitos sobre os Biomas Brasileiros</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CONVITE LANÇAMENTO EBOOKSDigital d.png" title="CONVITE LANÇAMENTO EBOOKSDigital d.png" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/CONVITE_LAN%C3%87AMENTO_EBOOKSDigital_d.png?1762461663" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciativa oferece material didático para a Educação Básica, com foco na conscientização ambiental e no uso de geotecnologias&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/CONVITE_LAN%C3%87AMENTO_EBOOKSDigital_d.png" alt="CONVITE LANÇAMENTO EBOOKSDigital d.png" width="771" height="320" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um clima de COP30 no Brasil, o projeto Lapig na Escola, que tem em sua trajetória ações de difusão de geotecnologias e educação ambiental, acaba de dar um novo passo: o lançamento de uma plataforma digital ambiental voltada à comunidade escolar. O destaque do novo espaço é a Coleção Biomas Brasileiros, composta por seis e-books gratuitos elaborados para apoiar o trabalho de professores e estudantes do Ensino Fundamental e Médio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A coleção reúne os títulos Conhecendo o Bioma Amazônia, Conhecendo o Bioma Caatinga, Conhecendo o Bioma Cerrado, Conhecendo o Bioma Mata Atlântica, Conhecendo o Bioma Pampa e Conhecendo o Bioma Pantanal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um olhar educativo e ambiental sobre os biomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O principal objetivo dos novos materiais é fortalecer o ensino sobre as dinâmicas dos biomas brasileiros, oferecendo uma base sólida de conhecimento aliada a uma abordagem pedagógica moderna.&lt;br /&gt;Os e-books foram desenvolvidos em consonância com as habilidades e competências previstas para a Educação Básica, incorporando dados atualizados sobre uso e ocupação das terras e sobre os principais desafios ambientais de cada ecossistema. A proposta é que, ao conhecerem melhor os biomas, os estudantes se tornem agentes de transformação, refletindo sobre os impactos humanos e sobre estratégias de mitigação e combate à devastação ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O material respeita as diferentes formas de aprender e propõe uma visão integrada do trabalho docente. Cada capítulo parte da problematização de situações cotidianas, estimulando os alunos a mobilizar seus conhecimentos prévios antes de aprofundar-se no conteúdo científico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura e diferenciais da coleção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos grandes diferenciais da coleção é a flexibilidade de leitura: os capítulos podem ser explorados em qualquer ordem, o que permite que professores e estudantes iniciem o estudo pelo tema que mais desperte interesse. Essa dinâmica favorece novas imersões e revisitações ao material, ampliando a compreensão dos conteúdos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada e-book é estruturado em nove capítulos:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Contextualização socioespacial do bioma&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Substrato geológico-mineral&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Formas do relevo (geomorfologia)&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Dinâmicas climáticas&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Questões hídricas&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Tipos de solos&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Biodiversidade&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Uso e ocupação&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Povos tradicionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Os textos são acompanhados por mapas, gráficos, tabelas e imagens que enriquecem a leitura e tornam o conteúdo mais visual e acessível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expansão digital do projeto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova plataforma digital é uma extensão natural do Lapig na Escola, cuja missão é ampliar o acesso às geotecnologias e fomentar a consciência ambiental, tornando o ensino da informação geográfica mais dinâmico, interativo e acessível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto já é conhecido por iniciativas como capacitação de professores, oficinas lúdicas com mapas interativos, uso de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) em atividades didáticas e ações de educação ambiental voltadas a escolas e comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção da plataforma e dos e-books sobre os biomas foi desenvolvida em parceria com a Rede MapBiomas para ser um repositório de informações científicas confiáveis sobre geografia escolar. Serão várias sessões que incorporam elementos didáticos para fácil domínio dos estudantes e professores. Este projeto tem apoio  e parceria de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa de Goiás, por meio do Deputado Antônio Gomide, além da Seduc-GO e Funape.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participe do lançamento:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/CONVITE_LAN%C3%87AMENTO_EBOOKSDigital.png" alt="CONVITE LANÇAMENTO EBOOKSDigital.pn" width="600" height="736" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 18:01:25 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196226-projeto-lapig-na-escola-lanca-plataforma-digital-e-e-books-gratuitos-sobre-os-biomas-brasileiros</link>
      <guid>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196226-projeto-lapig-na-escola-lanca-plataforma-digital-e-e-books-gratuitos-sobre-os-biomas-brasileiros</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Painel no Conpeex 2025 mobiliza criação do Instituto Nacional do Cerrado e discute impactos das mudanças climáticas no bioma</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="INC" title="INC" src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/PE%C3%87AS_PAINEL_FEED_PAINEL_%282%29.png?1762206739" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciativa busca fortalecer uma rede de ciência, inovação e sustentabilidade em defesa da savana mais biodiversa do mundo&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/PE%C3%87AS_PAINEL_FEED_PAINEL_%282%29.png" alt="INC" width="600" height="750" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O painel “Ciência no calor do Cerrado: a mudança do clima e o bioma mais ameaçado do Brasil” promete ser um momento importante do Conpeex 2025, Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Goiás (UFG). O encontro reunirá no dia 5 de outubro, das 16h às 17h30, especialistas de diferentes áreas para discutir os efeitos das mudanças climáticas no Cerrado e, ao mesmo tempo, será um momento para mobilizar a criação do Instituto Nacional do Cerrado (INC).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesa será moderada pela Reitora da UFG, professora Angelita Pereira, e reunirá nomes de destaque na pesquisa sobre o Cerrado e as mudanças climáticas. Participam o professor Paulo De Marco, do Instituto de Ciências Biológicas da UFG (ICB), referência em ecologia e conservação da biodiversidade; o pesquisador Gabriel Selbach Hofmann, investigador científico da Plataforma Internacional para Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PICTIS/Portugal); e o professor e meteorologista Angel Chovert, do Instituto de Física da UFG, integrante do Cempa-Cerrado, centro dedicado ao monitoramento climático do bioma. A atividade integra o movimento nacional pela criação do Instituto Nacional do Cerrado, uma proposta de um centro de excelência vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), nos moldes do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O INC tem o propósito de articular universidades, centros de pesquisa, setor produtivo, gestão pública e comunidades tradicionais, impulsionando um novo ciclo de desenvolvimento sustentável para o bioma central da América do Sul. A proposta já conta com 26 universidades e institutos de sete estados do Cerrado engajados, e pretende gerar conhecimento e inovação para enfrentar desafios como as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a pressão sobre os recursos naturais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que um debate científico, o painel busca mobilizar a comunidade acadêmica e a sociedade em defesa do Cerrado. Como mote da campanha surge a frase “Eu apoio a criação do Instituto Nacional do Cerrado”, um termo que tem o objetivo de criar um ambiente de engajamento e pertencimento coletivo. A participação é gratuita e aberta à comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/BOTTOM_INC7.png" alt="BOTTOM INC" width="600" height="365" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Material da campanha do Instituto Nacional do Cerrado.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:54:52 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196127-painel-no-conpeex-2025-mobiliza-criacao-do-instituto-nacional-do-cerrado-e-discute-impactos-das-mudancas-climaticas-no-bioma</link>
      <guid>https://lapig.iesa.ufg.br/n/196127-painel-no-conpeex-2025-mobiliza-criacao-do-instituto-nacional-do-cerrado-e-discute-impactos-das-mudancas-climaticas-no-bioma</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Concurso que premia melhores fotografias de ipês do Cerrado goiano atinge a marca de 211 inscritos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Inscritos " title="Inscritos " src="http://lapig.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/Postagem_Final_concurso_Prancheta_1_c%C3%B3pia_8.jpg?1761224105" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Confira os próximos passos, premiação e local da exposição&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/Postagem_Final_concurso_Prancheta_1_c%C3%B3pia_8.jpg" alt="Inscritos " width="700" height="875" /&gt;
&lt;figcaption&gt;    &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O Concurso Fotográfico Remanescer, ação promovida pelo Atlas dos Remanescentes de Vegetação Nativa do Estado de Goiás — uma iniciativa da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e executada pelo Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás (Lapig/UFG) — encerrou seu período de inscrições no dia 12 de outubro, com o expressivo resultado de 211 participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa, que conta com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), da Secretaria de Comunicação (Secom-UFG) e da página Goiânia Pulsa, da Prefeitura de Goiânia, revela o forte interesse da população goiana em observar e valorizar os ipês, um dos símbolos mais marcantes da flora do Cerrado. O número expressivo de inscrições também reforça a importância da preservação da vegetação nativa que ainda resiste e permanece no bioma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O concurso teve início em 11 de setembro, data em que se celebra o Dia Nacional do Cerrado, e esteve aberto a fotógrafos amadores e profissionais de todo o estado de Goiás. As inscrições foram realizadas pelo site oficial do Lapig (lapig.iesa.ufg.br/p/concursoremanescer), onde também foi disponibilizado o edital com todas as informações sobre o processo seletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na próxima fase, uma comissão julgadora especializada irá escolher as 12 fotografias finalistas, que serão divulgadas no dia 21 de novembro. Já no dia 24, ocorrerá a confirmação oficial dos resultados. As imagens selecionadas serão apresentadas em uma exposição durante o Seminário de Conclusão da Primeira Etapa do Atlas, no dia 27 de novembro, às 14h, no auditório da ADUFG, Setor Leste Universitário de Goiânia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os trabalhos escolhidos, os três primeiros colocados receberão o troféu do concurso e um Kit Remanescer, como forma de reconhecimento e incentivo à valorização do Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1313/o/Postagem_Final_concurso_Prancheta_1_c%C3%B3pia_7.jpg" alt="Inscritos " width="700" height="875" /&gt;
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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 09:57:27 -0300</pubDate>
      <link>https://lapig.iesa.ufg.br/n/195897-concurso-que-premia-melhores-fotografias-de-ipes-do-cerrado-goiano-atinge-a-marca-de-211-inscritos</link>
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